A questão é usabilidade na WEB

A usabilidade tornou-se um tema cobiçado entre setores produtivos de criação para testar a funcionalidade de seus produtos no mercado, principalmente na web em virtude de análises e estudos baseados na ergonomia computacional voltada para o usuário, além de tornar-se o principal meio de detectar deficiências em desenvolvimento de sistemas web através dos chamados Testes de Usabilidade. Profissionais especializados e laboratórios estruturados permitem o levantamento dos dados que são discutidos entre desenvolvedores, além de auxiliar publicitários que trabalham com grupos de foco na tentativa de um bom resultado em suas camapanhas. A idéia é buscar no momento do desenvolvimento reavaliar o sistema e implantar correções antes mesmo de torná-lo público. Vale lembrar que grupos de foco não podem ser comparados aos testes, mas estas distinções vamos deixar para o artigo que estou induzindo a pena na mão, entre conceitos de usabilidade, exemplos de testes e outros. Dentre os artigos que devo publicar faço o post de Usabilidade x Utopia.

Observe e comprove a existência do antagonismo bem e mal ao interagir com um produto, como exemplo um Smartphone (fusão de telefone celular e PDAs) tecnologicamente dotado de recursos avançados, cujo conjunto de princípios científicos permite a integração de diferentes funções e sistemas com possível interconectividade aos pc’s e redes wi-fi, além de grande capacidade de memória e softwares variados para distinguir funções específicas entre diferentes interfaces como PDAs (PDAs ou Handhelds - Personal digital assistants) que buscam cada dia uma aproximação tanto em funcionalidade como aplicabilidade aos computadores de mesa, mas junto induzindo dor de cabeça um manual que não permite você entender como é adicionar o seu próprio nome, fator desgastante à paciência do usuário consumindo a energia e desilusão com seu investimento, decide-se então recorrer ao suporte e à tentaiva de economizar na ligação com o 0800 na esperança de conseguir atenção junto aos atendentes.

Mas neste mundo existem aqueles que pensam nas nossas dificuldades e nos oferecem a opção de investir e economizar em um dispositivo móvel não apenas pelo seu design mais simples, arrojado, confortável e acessível, mas também pelo seu objetivo e funcionalidade, e conseguir ter a mesma disposição moderna e compatibilidade que seu concorrente por um preço muito mais prestigioso e acessível. Logo, matamos a charada de entender o porquê a "moda" hoje é ser prático e útil. Pergunta-se: Será que podemos chamar esse processo de usabilidade? termo que supostamente vem crescendo de forma exponencial com tendências a torna-se absoluto e decisivo para designers, desenvolvedores e investidores para começarem a conscientizar da importância durante o planejamento e desenvolvimento inicial de qualquer projeto. Fator que encontra-se em franca expansão principalmente em regiões como sul/sudeste do Brasil, então ressaltamos que o teste de usabilidade não é despesa, pelo contrário é investimento preciso, necessário, funcional e sua realização real é elaborada de forma cuidadosa por freqüentes seções durante todo o processo de desenvolvimento tornando-se muito mais econômico do que dispor de um orçamento maior em um único teste com o projeto semi - pronto, como os testes tradicionais.



Mas afinal, ficou claro o quê seria trabalhar com usabilidade? Dizem que se iniciou com a ergonomia computacional estendendo-se posteriormente em diferentes áreas envolvendo a fácil acessibilidade de uma aplicação, como interfaces adaptadas aos usuários e não o contrário, somando-se aos portadores de necessidades especiais, terceira idade e com problemas cognitivos. Acredito ser um processo interativo e dinâmico, que lhe fornece informações coerentes a sua respectiva funcionalidade. Permite em fases avaliativas acessibilidade de um sistema e fácil manejo de um produto levando em consideração a experiência e o bom-senso do especialista responsável. A questão não se trata de uma receita de bolo, mas de uma análise de usabilidade como um favor comum aos usuários do projeto, ao contrário de um julgamento avaliativo de determinada navegabilidade percebe-se um retorno popular da reação do público-alvo, levando em consideração todas as características obtidas principalmente nas deficiências de utilização do produto ou elemento de composição. A interpretação dos resultados tende a ser óbvio, sinal que os problemas mais sérios são difíceis de "não" serem vistos, portanto basta um pouco de paciência para reunir em um relatório suas deficiências e efetivar a reunião final junto à equipe de desenvolvimento para realizar as alterações necessárias.

Quanto aos sistemas web podemos defini-lo em 3 propósitos: informativo permitindo a propagação das informações na internet, funcional oferecendo serviços visando um bem comum e entretenimento interagindo com os usuários para divertir, gerar conhecimentos e aprimorar conteúdo. Alguns sites têm resolução mais complexa, como os portais que abrangem diferentes níveis de sistemas integrados e dotados de objetivos para atingir um público global. Todas as vertentes citadas e muitas outras necessitam de técnicas de usabilidade para se manter e obter funcionalidade, pois um projeto prático, eficiente e atrativo dispõe de qualidade que o tornam capacitados a atender as necessidades do usuário com legibilidade, organização, atualização, adaptação de interfaces às necessidades físicas (computador) e abstratas (softwares) do usuário, quando é robusto, confiável, bem documentado, manutenível, portável, reutilizável, eficiente, correto, adequado a tecnologia e testável. Podemos até citar os testes como um processo que gera temor em desenvolvedores, e acaba-se perdido em um consenso utópico impedindo na sua ausência o funcionamento do projeto que brevemente sofrerá o risco de importantes modificações comprometendo todo seu funcionamento, além do orçamento da empresa em função da equipe responsável evitar mais trabalho e tempo na sua finalização. Diga-se de passagem o ilusório trabalho dobrado.

As empresas que tem o conhecimento da importância desta operação, esta contratando profissionais especializados e empresas de consultoria, estabelecendo uma cultura de testes integrados a uma metodologia de projeto centrado no usuário, basta agora não intercederem de forma isolada quanto a este aspecto. Em virtude dos testes protótipos foram reavaliados e testados antes mesmo de se tornarem público, com resultados precisos seja com consultoria ou laboratórios especializados, diferenciando o primeiro em conseguir discernir entre um problema centrado em um único usuário e todos os demais, já o segundo oferece infra-estrutura ao observar, capturar e analisar dados decisivos ao futuro do projeto em questão. A alta usabilidade significa tráfego intenso de usuários nos sistemas digitais usáveis e mais vendas e, consequentemente, permite a sobrevivência dos sites.

Nos próximos artigos trataremos de assuntos mais específicos voltados a usabilidade na web, porque o assunto é realmente extenso, principalmente quando se tratar de como realizar os testes, que embora simples deve-se ficar atento e reverenciar os detalhes. Até a próxima e espero ter somado algo em seus conhecimentos.

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